terça-feira, 18 de setembro de 2012

Honre a autoridade e seja grato!


“Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3:13-17

“Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.” Mateus 4:1

Jesus saiu da Galileia e foi até a Judéia, para se submeter à autoridade de João Batista. Ele decideiu estar debaixo de autoridade. Mas por que Jesus decidiu estar debaixo de autoridade sendo filho de Deus? O Espírito Santo me respondeu: “Jesus tinha muitos sonhos e quem tem sonhos precisa estar debaixo de autoridade do contrário esses sonhos viram pesadelo!” 

Honre a autoridade porque foi Deus quem a constituiu. Honramos a autoridade não apenas na sua presença, mas também na ausência. 

Existem quatro bênçãos para quem está debaixo de autoridade

I) Quem está debaixo de autoridade, não conhece ‘Céu Fechado’!

Existem muitas pessoas querendo ser “Moisés”, mas não querem passar pelos estágios que Moisés passou para aprender. No Velho Testamento, todo o vaso para entrar no Tabernáculo precisava ter uma tampa.

O vaso sem tampa era considerado imundo! Por quê? Porque poderia entrar no vaso uma mosca e apodrecer o óleo. A tampa (que vem por cima) protegia o conteúdo do vaso.


A nossa ‘tampa’ é a nossa cobertura espiritual. E muitas vezes essa ‘tampa’ nos pressiona porque sabe que podemos dar mais. Sabe onde podemos chegar! 

Quem é a sua tampa? Na Getsêmani, a nossa ‘tampa’ é o Pr. Jorge Linhares. A ‘tampa’ protege, guarda e impede que coisas ruins entrem no nosso coração. 

A ingratidão contra a autoridade 

Há pessoas que parecem estar ligadas à autoridade, mas o coração delas não está! Não honrar a autoridade é ser ingrato. Sobre a ingratidão, Jesus disse: “Terei mais misericórdia de Sodoma e Gomorra que de Ti...”

O ingrato cospe no prato que comeu. É insaciável e sempre acha que as pessoas deveriam tê-lo ajudá-lo mais. O ingrato escreve na rocha o mal que fizeram contra ele, e escreve na areia o bem que fizeram por ele e a primeira onda que vem apaga tudo.

A ingratidão fecha a porta do céu e abre a porta do inferno! Faça uma lista das pessoas que você tem que dizer: “Muito Obrigado” e seja grato! Que Deus nos livre do pecado da ingratidão! Deus não nos manda julgar a autoridade, Ele nos manda honrá-la.

II)  Quem está debaixo de autoridade tem unção e a presença de Deus

Não há como ser cheio do Espírito Santo denigrindo a imagem da autoridade. Eliseu servia Elias e pediu porção dobrada do seu espírito. Elias havia feito 7 milagres e Eliseu tinha que fazer 14 – com 13 milagres, Eliseu morreu, o inferno fez festa, mas o diabo havia esquecido que Eliseu estava debaixo de autoridade. Colocaram o corpo de Eliseu numa cova e um soldado que também morreu foi jogado na cova de Eliseu e ressuscitou na hora!

Quando estamos debaixo de autoridade, até na morte deixamos  um marco na história!
Moisés foi bom, mas Josué que o honrou, tornou-se melhor. Quando aprendemos a honrar a autoridade, Deus nos conduz a patamares maiores ainda.

III) Quem está debaixo de autoridade o próprio Deus se encarrega de levantar pessoas para abençoar

Rute catava espigas no campo de Boaz, e não imaginava que um dia aquele campo seria dela. Quem viu Rute pobre, por baixo, teve que vê-la por cima. Você pode ser uma Rute sem perspectivas hoje, mas tem um Boaz que se levantará para abençoar sua vida!

IV) Quem está debaixo de autoridade resiste à tentação e continua a caminhada
Jesus venceu a tentação (Mateus 4) porque estava debaixo de autoridade. Quem não está debaixo de autoridade está suscetível à queda!  Esteja debaixo de autoridade!


Pr. Flamarion Rolando 
Edição: Renata G. Santana 

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